Minhas divagações

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Alguém...


Por não conseguir dizer o que está mudo dentro do meu coração e grita na minha alma, faço minhas as palavras de Karina Cabral:

Se tem uma coisa que o tempo me trouxe, foi a dura compreensão do aforismo engraçadinho do Mario Quintana: “o pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso”.

O poeta concluiu que, em horas de medo, tristeza, desespero, cansaço, doença e inconstância… Embora seja válido ( e mais que válido ) a gente buscar apoio, e recebê-lo de algumas poucas almas iluminadas que ainda se dedicam a importar-se com outras almas perdidas… Na hora H, a coisa tem que ser vivida apenas por quem precisa vivê-la. E os abraços, mensagens, telefonemas, orações, palavras bonitas e boas intenções apenas abrandam, mas não resolvem a dor. A existência humana é essencialmente solitária. E são poucos os que conseguem realmente compartilhá-la; compartilhar é abrir mão de querer ter tudo para si mesmo; é dividir, é dividir-se, por vezes até mesmo dilacerar-se – coisa que cada vez mais desaprendemos a fazer. Como dizia minha sábia vozinha, “pela gente, só Deus. O resto é conversa.”.

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